Recomeçar… Todo final é um novo recomeço – MOMENTO INSIGHT

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Recomeçar... Todo final é um novo recomeço – MOMENTO INSIGHT
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“Não podemos voltar atrás e fazer um novo começo, mas podemos recomeçar e fazer um novo fim” Ayrton Senna. Um argumento sobre, etapas, ciclos, estações, fins e começos ,adaptado do livro Fênix de Daniel Carvalho Luz. Ouça, inspire-se e compartilhe!

A natureza demonstra que quase tudo ocorre em ciclos. A terra gira em um círculo diário. A lua gira ao redor da terra em um ciclo mensal, e a terra gira ao redor do sol em um ciclo anual. Durante o ano as quatro estações fazem um percurso do frio ao calor, e novamente ao frio, como as plantas e animais passam do estado dormente para ativo e, ao se aproximar outro inverno, novamente dormente. Na natureza, todos os começos têm um fim, e todos os fins prenunciam um novo começo. Todos os dias, as marés se enchem e esvaziam. Quando o dia termina, começa a noite, seguida por um novo dia. Seguido novamente pela noite. Quando termina o inverno, começa a primavera. E assim por diante. Todos os finais são seguidos por um recomeço.

Nossas vidas também estão sujeitas a ciclos e estações. Todos nós experimentamos um fluxo interminável de começos e fins. Todas as estações de nossas vidas têm começos e fins, que levam a novos começos. Quando termina a infância, começa a adolescência, quando a idade adulta termina, começa a meia-idade, terminando a meia-idade, começa a velhice. Como gostamos dos começos, temos costume de celebrar o novo.

Geralmente resistimos aos finais e tentamos adiá-los. Muitas vezes, deixamos de sentir a alegria dos começos porque sabemos que todos eles escondem as sementes de algum fim. Talvez alguns finais possam ser dolorosos, mas essas dores diminuem se não resistirmos e considerarmos o tempo como um processo natural: como brotos que surgem na primavera e se desenvolvem em folhas verdes, no verão amadurecendo e tornando-se douradas no outono e desfolhando no inverno. Compreender que somos parte integrante do grande projeto do Criador é um grande consolo. Muito de nossa resistência aos finais é proveniente de nosso desconhecimento sobre novos começos e de nossa incapacidade de acreditar na possibilidade do novo começo.

Quanto mais nos permitirmos confiar no fato de que todos os finais trazem um novo ciclo, mais diminuirá a nossa resistência ao novo. Imagine ser uma lagarta, sentindo um estranho desejo de tecer um casulo ao redor do corpo – morte certa! Como deve ser difícil desistir da única vida que se conhece, essa vida de rastejar na terra, em busca de alimento. No entanto, o final dessa vida de verme confinado à terra significará o começo de uma outra vida, sob a forma de uma linda criatura…

Ana era uma lagarta de olhos grandes. Passou a vida rastejando ou serpeando na terra. Um dia, Ana teve uma ideia fantástica. Rastejou até um arbusto, subiu nele, dirigiu-se a um ramo e segregou um líquido translúcido nesse galho, que foi transformado em uma espécie de botão, virou-se e colocou a parte posterior de seu corpo nesse botão. Em seguida, assumiu a forma de um “j”, enroscou-se, e passou a construir uma casa ao redor. Durante algum tempo a atividade foi febril, mas logo Ana estava completamente recoberta, e já não era possível vê-la. Tudo ficou em silêncio, muito silêncio. Você poderia chegar à conclusão de que nada acontecia. Contudo, muita coisa estava acontecendo na verdade. Estava acontecendo uma metamorfose. Um dia, Ana começou a levantar as persianas de sua casa, permitindo que aparecesse grande variedade de cores. Noutro dia, ocorreu uma erupção. A casa de Ana foi violentamente sacudida.

O pequeno casulo moveu-se e sacudiu-se até que uma asa enorme, linda, projetou-se de uma das janelas. Ana a estendeu, exibindo toda sua glória. Ela prosseguiu seu trabalho até que outra asa emergiu de outra janela, no lado oposto da casa. Finalmente, Ana livrou-se de sua casa, deslizou pelo galho, esticou-se e abriu suas lindas asas. Em nada se parecia com a antiga lagarta de antes. Ana não mais rastejou de volta, descendo do galho, arrastando-se e serpenteando na direção da terra. Não! Ela partiu movida por uma força nova – o poder do voo. O poderoso potencial das transformações se baseia na possibilidade, inerente a cada novo começo, de trazer alegria e liberdade em proporções nunca antes imaginadas.

Se isso verdadeiramente acontece ou não – se continuamos ou não a evoluir através dos ciclos de nossas vidas – depende em grande parte de nós. Podemos considerar todos os finais como tragédias – lamentando-os e resistindo a eles – ou podemos considerar cada um como um novo começo e uma abertura para maiores oportunidades. O que para a lagarta é a tragédia da morte, para a borboleta é o milagre do nascimento.

“Um barco só está seguro num porto, mas os barcos não são construídos para isso.” JOHN A. SHAEDD

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