Parábola da Caverna de Sócrates – MOMENTO INSIGHT

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Parábola da Caverna de Sócrates - MOMENTO INSIGHT
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Como compartilhar a luz do conhecimento adquirido para iluminar ambientes e mentes que vivem nas sombras. O trabalho de construção de mudanças a partir do conhecimento, a partir da Parábola da Caverna de Sócrates. Momento Insight do best seller Insight de Daniel Carvalho Luz. Ouça e ilumine-se!

Parábola da Caverna. Conhece? De Sócrates. Compartilhe a sua luz, sua sabedoria, seu conhecimento e esteja com muita disposição porque você vai enfrentar a resistência até pra transmitir o que você sabe. 

“A maior de todas as ignorâncias é rejeitar uma coisa sobre a qual você nada sabe.” Diz H. Jackson Brown.

Adaptado do livro Insight I de Daniel Carvalho Luz. 

Havia uma caverna subterrânea com uma única abertura para o mundo exterior, diz a parábola. Dentro dela seres humanos acorrentados pelas pernas e pescoços, vivendo na semi-escuridão desde a infância, presos de tal modo que não se podiam mover. Tais homens, verdadeiros prisioneiros ficavam de costas para a abertura da caverna e só podiam olhar para frente onde havia uma parede, pois eram impedidos de virar a cabeça por causa das correntes.

A única luz que viam era proveniente de uma fogueira que ardia do lado de fora da caverna. E que projetava para o interior da caverna sombras de pessoas e objetos que passassem entre a fogueira e a entrada da caverna. Assim, os prisioneiros acreditavam que as sombras que viam eram a única verdade, a realidade do seu mundo. 

Eles enxergavam apenas as sombras projetadas e aumentadas. Pois bem, em certo momento um prisioneiro daqueles foi libertado dos correntes e levado para fora da caverna. No seu processo de adaptação à nova realidade, ele teve que se acostumar coma claridade, a claridade do fogo, a claridade da luz natural e do sol, e também objetos, coisas da natureza, como a água. Então, ele olhou pra tudo interessadamente, percebendo uma outra realidade. Depois então de olhar para o céu, de olhar para o sol, de olhar para a natureza pode raciocinar profundamente sobre aquele novo mundo. Sobre tudo aquilo. Tocou em coisas, em objetos. Pisou nos solo, olhou pra todos os lados, descobriu fatos e coisas que nunca antes tinha imaginado. Pois bem, ele estava ali diante de uma nova realidade e um novo mundo, uma outra perspectiva mais clara.

Pois bem, passado algum tempo maravilhado com esse mundo, com esse novo conhecimento, com esse grande processo de mudança que tinha vivido lembrou-se dos companheiros da caverna e retornou para lá. Era importante dar aos demais prisioneiros, amigos, a família a oportunidade de descobrir a realidade que ele tinha conseguido atingir, conquistar. Mas a sua missão não foi nada fácil. Por sua dificuldade em acostumar-se novamente com a semi-escuridão e com as sombras, e de interpretar aquelas sombras como os outros, com a mesma habilidade passou a princípio, a ser ridicularizado pelo que sabia, pelas notícias que trazia. 

Os prisioneiros da caverna ainda acreditavam naquela realidade das sombras e concluíram que o prisioneiro libertado voltava enxergando menos ainda do que antes. Chegou com histórias estranhas, inacreditáveis sobre uma realidade impossível de existir. Julgavam ser melhor, portanto, não sair da caverna. Rejeitar as sombras não seria seguro. Eles preferiam as sombras tão familiares em troca daquele mundo melhor, fictício, utópico que aquele libertado dizia existir.

Pois é, apesar das dificuldades, esse iluminado enfrentou com paciência e determinação a sua missão, compreendendo as resistências impostas por seus companheiros e mantendo-se firme na busca pela evolução e pelo descobrimento de coisas novas para ele e seus semelhantes. 

Considerado um dos homens mais sábios da Grécia antiga, Sócrates, cujo nome significa Mestre da Vida, acreditava que “O reconhecimento da ignorância é justamente o começo da sabedoria.” Numa das suas frases mais conhecidas, percebemos o paradoxo contido neste pensamento “Sei que nada sei.” 

Platão em uma de suas obras clássicas A República, desenvolve muitas ideias de seu mestre Sócrates, no livro 7 que contém a Parábola da Caverna, essa que eu contei, somos levados então à refletir sobre a missão de todos aqueles que estão em constante desenvolvimento e se propõe a superar as barreiras existentes nos processos de mudanças. 

Escrita há mais de 2.500 anos, a Parábola da Caverna constitui um ótimo modelo de perseverança, vontade de melhorar e serve para o nosso contexto atual também. Todas as pessoas que desperta para um novo conhecimento, praticamente adotam o trabalho de evangelizar pra essa nova realidade, para esse novo conhecimento. E vão encontrar resistências, vão encontrar posições diferentes porque é muito lento o processo de mudança. Primeiro é a tomada de consciência, primeiro é o reconhecimento da ignorância, como lembra Sócrates. E depois então, a gente se ilumina.

Aliás, a partir dessa parábola é que se denominou no século XII, o iluminismo. Quando o homem passou a ser o centro do pensamento crítico, de reflexão sobre a realidade. E é nesse processo que todos estamos hoje vivendo, em plena era da comunicação e da tecnologia. Quando a gente troca ideias, quando a gente expõe posições e busca achar o princípio das coisas pra que um iluminado consiga iluminar o outro. E assim estamos nesta reflexão diária.

Dizia o poeta, filósofo, sociólogo, alemão Johan von Goethe “Não há nada tão temível como a ignorância em atividade.” 

É o papel de todos nós através da dialética grega também, refletir e discutir vários pontos, pra chegarmos então a conclusões e a princípios que sejam importantes para todos: os que estão fora da caverna, os que estão dentro da caverna, os que estão na bolha e os que estão fora da bolha. 

Saia da caverna, venha para a luz. Se você está na luz, não desista! Continue propagando as boas novas. 

Momento Insight, texto adaptado do livro Insight I de Daniel Carvalho Luz. 

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Música: Não há pedras no caminho… Banda Aquática Álbum: Nova Manhã
Texto: Daniel Carvalho Luz, Livro Insight I – Editora DVS

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