O Encontro – Quando uma Fênix encontra a outra – Momento Insight

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Momento Insight. Argumento do Livro Fênix, de Daniel Carvalho Luz, sobre vínculo e empatia, que possibilitaram que o mundo conhecesse há mais de 100 anos Helen Keller, a menina cega, surda e muda que se tornou sucesso e deu grandes lições de vida, dedicação e superação que até hoje são fontes de inspiração.

“Daqui em diante, haverá um vínculo tão intenso entre nós que, quando um chorar, o outro sentirá gosto de sal.” AUTOR NÃO IDENTIFICADO

“Os dois personagens mais interessantes do século XIX são Napoleão e Helen Keller.”

Esta era a opinião de Mark Twain sobre Helen Keller quando ela contava com apenas 15 anos. Ele argumentava que Napoleão falhou em conquistar o mundo como desejou, mas Helen conquistou o seu mundo. Ela trocou os títulos de “cega, surda e muda” que recebeu na infância pelos títulos de erudita, filósofa, escritora, atriz de cinema, viajante, palestrante e ganhadora de muitos prêmios e concursos.

Nascida como uma criança normal em todos os aspectos, aos nove meses Helen teve uma febre que a deixou entre a vida e a morte. Os exames médicos revelaram uma “congestão aguda no estômago e no cérebro”. Quando a febre baixou, a enfermidade melhorou, mas ela perdeu a capacidade de enxergar, ouvir e falar. Os especialistas declararam que ela “estava condenada à vida eterna de escuridão e silêncio”.

Helen, porém, recusou-se a sufocar sua curiosidade sobre o mundo e o desejo de se comunicar. Suas tentativas de comunicação levaram-na a virar o berço onde sua irmã ainda bebê dormia e logo depois a colocar fogo em seu avental na lareira da casa. Alarmados por esses comportamentos, seus pais buscaram ajuda, inclusive os bons conselhos de Alexander Graham Bell. Um ano depois, a procura terminou quando a senhorita Sullivan se tornou professora e amiga de Helen. Mas quem era a Srta. Sullivan e onde começa sua história?

Há alguns anos estava presa em um quarto escuro de uma instituição de saúde mental nos arredores de Boston uma jovem conhecida como “a pequena Anne”. Esta instituição era uma das mais avançadas e reconhecidas no tratamento de enfermidades mentais. Não obstante, os médicos acreditavam que o quarto escuro era o único lugar para os que estavam loucos “sem cura”.

No caso da pequena Anne, não havia esperança. Assim, a condenaram a uma morte em vida em um pequeno cubículo que recebia pouca luz e menos ainda a esperança.

Nessa época, uma antiga enfermeira da instituição, que se preparava para a aposentadoria, acreditava que todas as criaturas de Deus eram merecedoras de amor e dignas de esperança; assim, começou a visitar o pequeno cubículo escuro onde vivia a menina. Sentia que ao menos podia transmitir certo amor e esperança à pequena Anne.

Em muitas ocasiões, a pequena Anne agia como um animal, atacando com violência as pessoas que entravam em seu minúsculo território. Em outras ocasiões, as ignorava por completo. Quando a enfermeira começou a visitá-la, a pequena Anne não deu mostra de ter notado sua presença.

Um dia a enfermeira deixou no quarto alguns biscoitos. A pequena inicialmente não demonstrou interesse, entretanto, no dia seguinte quando a enfermeira voltou eles haviam desaparecido. Daí em diante, a enfermeira levava biscoitos sempre que a visitava.

Pouco depois, os médicos da clínica observaram que ocorria uma mudança. Depois de certo tempo decidiram levar a pequena Anne a outra ala da clínica. Finalmente, chegou o dia em que este caso “sem cura” recebeu alta. Mas a pequena Anne não desejava sair. O lugar significava tanto para ela que sentia que poderia ficar, não como paciente, mas para trabalhar com outros pacientes.

Aquela enfermeira havia feito tanta diferença em sua vida, que a pequena Anne sentia que poderia fazer o mesmo por outras vidas que ali estavam.

Anne Mansfield Sullivan tornou-se professora e foi contratada pelos pais de Helen Keller. Anne a ensinou a fazer associações entre objetos e letras que eram colocados em suas mãos. Dentro de alguns meses, o notável progresso de Helen atraiu o interesse de educadores de todo o país.

Não estando disposta a limitar sua comunicação a ler e escrever em Braille e “letras em alto-relevo”, Helen começou a tomar lições de fonética e finalmente aprendeu a falar, não somente inglês, mas também francês e alemão. Ela completou com sucesso os cursos de latim, grego e história romana e foi aprovada com mérito em inglês e alemão. Em 1900, entrou na faculdade Radcliffe.

Durante sua vida, Helen deu palestras em todos os Estados americanos, falando principalmente sobre as necessidades dos cegos e levantando fundos para ajudar o Comitê Nacional para a Prevenção da Cegueira. Ela também escreveu vários livros e ensaios e fez um filme sobre sua vida.

Muitos anos depois, a Rainha Victoria da Inglaterra outorgou a mais alta distinção de seu país a uma estrangeira e perguntou à condecorada Helen Keller: “Como explica suas notáveis conquistas na vida? Como explica que mesmo sendo cega e surda, pôde conquistar tanto?” Sem hesitar, Helen Keller disse que se não fosse por Anne Sullivan, apequena Anne, certamente o nome Helen Keller seria desconhecido.

A vida e a contribuição de Helen Keller são fonte infindável de inspiração e admiração. Dezenas de milhões de pessoas foram influenciadas por ela direta ou indiretamente. Mas o fundamental na vida de Helen foi sua professora, Anne Sullivan.

Em resumo, é uma bela história de duas pessoas magníficas que encontraram a própria voz e dedicaram suas vidas a inspirar outras pessoas a encontrar as suas próprias vozes – “infundindo vida” inúmeras vezes em todo o mundo.

Como Anne renasceu e fez renascer Helen e juntas milhares de pessoas, agora é chegada a sua hora. Você obtém o melhor dos outros quando dá o melhor de si.

“Nossa perspectiva limitada, nossas esperanças e temores se tornam o padrão de medida da nossa vida, e, quando as circunstâncias não se encaixam nas nossas ideias, elas se tornam as nossas dificuldades.” Benjamin Franklin

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Música: Não há pedras no caminho… Banda Aquática Álbum: Nova Manhã
Texto: Daniel Carvalho Luz, Livro Fênix – Editora DVS

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