Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio, quem não quer encontra uma desculpa

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Feliz Dia Novo
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Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio, quem não quer encontra uma desculpa
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JOHN PIERPONT, um pobre homem que, ao dar um presente simples e original para sua família, deixou um presente de Natal para todos nós. Do best seller Insight , de Daniel Carvalho Luz. Feliz Natal!

Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio, quem não quer encontra uma desculpa. Dê um presente original neste Natal. Faça como o personagem John Pierpont, cuja a história eu vou contar agora, que deu um presente original para sua família, e esse presente na verdade alegra a nossa casa no Natal desde que éramos crianças e agora com todas as crianças que estão por perto. Eu recorro aqui a uma das histórias do livro Insight de Daniel Carvalho Luz, pra contar esta jornada, de alguém que sempre tentou fazer algo. John Pierpont morreu como um fracasso total. Em 1866, aos 81 anos, seus dias como funcionário público de baixo escalão, acabaram em Washington. E arrastava pela vida o peso de inúmeras frustrações. No começo até que as coisas foram bem. Formou-se em Yale, uma universidade que seu pai tinha ajudado a fundar. Ele então escolheu a carreira de professor, com muito entusiasmo e idealismo. No magistério, porém, logo de cara, se revelou um fracasso, era muito mole com os alunos. E assim ele resolveu mudar de ramo, procurando estágio como advogado. Foi um fracasso também, como advogado. Ele era generoso demais com os clientes, excessivamente escrupuloso, escolhia causas que davam pouco dinheiro e de gente que também não podia pagar. Como sua terceira opção, Pierpont tentou o mercado de secos e molhados. Isso. Ele abriu um armazém, mas também não deu certo, faliu porque ele não colocava preços justos, era muito fácil para se obter fiados, e acabou indo à falência, o homem. Portanto, foi também um fracasso como comerciante. Entre uma profissão e outra, John Pierpont escrevia poesia, embora até tivesse suas poesias publicadas, ele não arrecada dinheiro nenhum com direito autoral, portanto ele era um fracasso também como poeta. E assim acabou transformando-se em pastor protestante, depois de estudar teologia na Universidade de Harvard. Ordenado, mudou-se para a paróquia da igreja da Rua Hollis em Boston. Mas não foi fácil. As suas posições a favor da Lei Seca e contra a escravidão colocaram John Pierpont em confronto com os membros mais influentes da igreja. Então, ele foi obrigado a afastar-se também da congregação e teve que renunciar ao cargo de pastor. Fracasso também como pastor. Aí ele teve a ideia, a política parecia ser a atividade ideal para um homem como ele. E ele conseguiu ser indicado como candidato do Partido Abolicionista ao cargo de Governador de Massachusetts. Fez uma bela campanha e perdeu. Perdeu a eleição. Sem esmorecer, candidatou-se novamente ao senado, desta vez pelo Partido Terra Livre, pela reforma agrária. Novamente, John Pierpont perdeu a eleição. Agora ele era um fracasso político inegável. Com a Guerra Civil em andamento, daquela época Pierpont apresentou-se então, como capelão ao 22 Regimento de Voluntários do estado de Massachusetts. Pediu baixa 15 dias depois, ao descobrir que não tinha estômago para guerras. Aos 76 anos, portanto, revelava-se um fracasso até como capelão voluntário. Então assim alguém conseguiu pra ele um emprego humilde numa das subseções do Ministério da Fazenda em Washington, onde o nosso herói passou seus últimos dias de vida abrindo e fechando gavetas de arquivos, procurando e guardando coisas, para a qual ele também não revelou la grande talento. Morreu, como já disse, como um perfeito fracassado. Não conseguiu fazer uma única das coisas que tentou, e não pôde ser um único dos personagens que escolheu. Está enterrado no Cemitério de Mount Auburn, em Cambridge, Massachutts. Sobre o seu túmulo há uma pequena lápide de granito, com o seu nome e alguns de seus fracassos. John Pierpont, poeta, pregador, filósofo, filantropo. Ainda bem que tem o tempo. Com a perspectiva que só o tempo possibilita, pode-se ver hoje, que não se tratou afinal de contas, de um fracasso assim tão absoluto. Ele tentou, ele esteve engajado nas causas do seu tempo. O homem empenhou-se por maios justiça social, lutou mais que pode pra transforma-se num ser digno, um ser humano digno. Engajou-se nas maiores questões de seu tempo e jamais perdeu a fé no poder da vontade. Nisso, ele teve muito sucesso. Sempre teve vontade. E na verdade, muitas de suas tentativas que, ao calor da hora, pareciam fracassos retumbantes, acabaram tendo melhor sorte depois. A educação foi reformada, os procedimentos legais modificaram-se, criaram-se leis de proteção ao consumidor, e a escravidão foi abolida e a reforma agrária chegou aos Estados Unidos. Mas… porque é que eu to falando tudo isso? O que tem mais nessa história? A história de Pierpont nada tem de excepcional, houve inúmeros reformadores no século 19, cujas histórias são semelhantes a dele, tanto nos fracassos, quanto nos eventuais sucessos, visto de uma maneira particular. O caso Pierpont é especial, apenas porque, até hoje, uma vez por  ano, no mês de Dezembro, todos nós festejamos um de seus sucessos. É John Pierpont senta-se a mesa do seu almoço, da sua ceia de Natal. O coração de cada um de nós se transforma num monumento vivo a sua memória e onde ele estiver, ele deve sorrir satisfeito com o seu sucesso. Tudo por causa de uma musiquinha, daquela música que você já está ouvindo por ai. Uma música que não fala de Jesus, uma música que não fala dos anjos, nem se quer menciona o tal Papai Noel. É uma música muito simples, que celebra simplesmente, a alegria de deslizar pelo escuro gelado, das noites brancas num trenó, puxado por um cavalo e ouvir o riso dos amigos e tanta gente cantando conosco. Você já deve ter deduzido ai. John Pierpont compôs “Jingle Bells “. Escrever uma canção que celebra a mais simples das alegrias, uma canção que 300, 400, 500, 1 bilhão de pessoas cantam ao redor do mundo, talvez mais. Gente que nem sabe o que é um trenó, possivelmente, e nunca viu neve. Uma canção que todos, grandes, pequenos, velhos, jovens, de todas religiões até, reconhecem logo ao primeiro acorde do piano. Jingle Bells … vIsto sim é um sucesso. E como é que ele fez essa música. Numa certa tarde de inverno, enquanto caía neve, John Pierpont rabiscou numa partitura, as notas desta canção, pensando apenas em oferecer um presente original à sua família. E assim fazendo, deixou-nos um presente eterno de Natal. Um presente fantástico, melhor que qualquer embrulho, dos que ficam ao pé da árvore, um presente invisível, mas invencível. A alegria. É por isso que a gente hoje aproveita pra dizer, obrigado John Pierpont, tudo que a música canta é verdade. E que a gente como John Pirpont, celebre a alegria de estar juntos e, especialmente, que a sua presença seja o grande presente nos encontros deste Natal. ainda que os encontros deste Natal, do ano de 2020, estejam bastante limitados, do ponto de vista presencial. Mas hoje também, graças a internet, nós temos estas conexões que nos possibilitam estar juntos e assim poder cantar, seja Silent Night ou Jingle Bells, Jingle Bells. É um argumento adaptado do livro Insight, de Daniel Carvalho Luz, que me acompanha nos programas de Rádio. No livro, mais de 1 milhão  de cópias vendidas. Desejo a você e a toda sua família, um Natal bem harmonioso, que exista paz, conciliação, que vocês estejam bem e confiantes. E que é possível que as coisas melhorem sempre. E que a esperança é o grande combustível. E que tenha um tempo também, já que é Natal, e o aniversariante é o mais importante, de agradecer. Afinal de contas, você deve ter uma lista de motivos ai para agradecer. Não tem? Eu, Irineu Toledo, Roberta Toledo, Thiago Toledo, Ulisses Galucci, Isidro Toledo, Davi Aguiar, Edinho Moreno, Ronan Junqueira, toda turma que tem voz aqui na Rádio Positiva, todos os meus amigos palestrantes, com conteúdos colaborativos, nesse nosso modelo de comunicação. Agradecemos a sua presença, sempre conosco, sempre que tem uma conversa, sempre que tem um papo. Um Feliz Natal e um super 2021, eu sei que você vai superar todos os desafios que você tem pela frente. E a sua família também. Rádio Positiva, uma rede conectada à boa atitude.

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Música: Não há pedras no caminho… Banda Aquática Álbum: Nova Manhã
Texto: Daniel Carvalho Luz, Livro Insight 1 – Editora DVS

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