Feliz Dia Novo
Aqueles que tentam fazer alguma coisa e fracassam, são infinitamente melhores que aqueles que não tentam fazer nada e são bem sucedidos - Momento Insight
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Quem nunca tropeçou e até caiu? Quem nunca errou e sentiu vergonha se sentindo fracassado? Será que tropeçar ou errar é mesmo um fracasso? Argumento do best seller de Daniel Carvalho Luz. Compartilhe inspiração!

Momento Insight, texto adaptado do livro das atitudes criativas, atitudes vitoriosas de Daniel Carvalho Luz. Lançado no Nova Manhã, o seu Primeiro Programa há 20 anos, mais de 1 milhão de cópias inspirando gente pelo Brasil. Ops, tropecei! “Aqueles que tentam fazer alguma coisa e fracassam, são infinitamente melhores que aqueles que não tentam fazer nada e são bem sucedidos.” Não é? Você já tropeçou? Nada atinge tanto a nossa dignidade quanto tropeçar. Eu já vi pessoas bem vestidas caírem de cara no chão quando iam para os seus escritórios. Testemunhei sérios maestros e músicos, quando se dirigiam ao palco com suas batutas, instrumentos e partituras, tropeçar e cair, enquanto as partituras voavam caindo como folhas de árvores em uma brisa de outono. Eu assisti um “golaço” garantido, sem ninguém por perto na área, ser perdido por causa de um tropeço. Já vi noivas e noivos caírem juntos…Consumidores caírem no supermercado… Rígidos oficiais tropeçarem quando inspecionavam as tropas… Elegantes senhoras tropeçando na rua… Apresentadores se enrolando no fio do microfone e caindo pra fora do palco… Formandos tropeçando em suas togas quando iam receber seus diplomas… Um experiente, respeitado e eloquente palestrante que tropeçou e caiu pouco antes de começar a falar. Eu nunca vou me esquecer desta cena, porque na queda ele cortou o lábio, e fez toda a sua apresentação limpando o sangue que brotava do corte em seu lábio! Você não conseguiu se lembrar de nenhuma vez em que tenha tropeçado? Com tantos exemplos que eu dei aqui. É mais humilhante ou embaraçoso do que derrabar nossa dignidade enquanto caímos em cima do nosso orgulho. A primeira coisa que fazemos é dar uma rápida olhada ao redor para conferir se alguém percebeu. Desejamos nos tornar invisíveis naquela hora do tropeço. A lembrança de alguns de meus tropeços ainda me faz ter arrepios agora. Mas sabe de uma coisa? Quase sem exceção, a reação dos observadores é de simpatia… Identificação com o embaraço… Dor mútua… Um profundo senso de apoio. Na verdade. A resposta imediata das pessoas é colocar de pé quem caiu. Não consigo me lembrar de nenhuma vez em que a pessoa que tropeçou ficou sem ajuda ou foi pisoteada pelos que estavam passando por perto. Sei que existe uma preocupação momentânea a respeito do orgulho ferido e de seu bem-estar psicológico. E todos que se colocam de pé rapidamente, saindo da breve humilhação, logo esquecem o ocorrido. Podemos aprender muito com esse negócio de tropeçar, viu. Todos, todos, todos tropeçamos de muitas maneiras. Ninguém é perfeito… Tropeçar é normal… É um fato na vida… Um ato que garante a nossa humanidade. Talvez você tenha acabado de tropeçar. Sente-se culpado, como um fracassado. Deseja loucamente nunca ter feito o que fez. Você se sente um miserável e gostaria de se esconder, ou melhor, cair e morrer até. Ridículo, o que a gente pensa nessa hora. Queria morrer, ao ter passado por aquilo. Não é essa a expressão que as pessoas fazem? Pois é. Saia desse poço de autopiedade, sacuda a poeira e siga em frente. Agora, vou acrescentar um pouco de realismo. Em vez de receber a reação normal de compreensão e apoio, você pode encontrar alguém que tenha visto sua queda e que vai querer mantê-lo lá em baixo, ou julgá-lo por causa de seu escorregão. Então, faz o seguinte, ignore essa pessoa completamente. Ele esquece já que tropeçou. Ele esquece que também já tropeçou. A única diferença é que você não o viu tropeçar. Mas acredite, a pessoa que ri de você, a pessoa que quer você lá em baixo também já caiu.  E talvez por isso, ela tenha essa miséria na sua atitude. A moral disso tudo não é difícil de descobrir. Você pode superar essa dificuldade, mesmo com tropeços, mas você tem de levantar. Isso é com você. Pessoas que tropeçam e desistem são como moedas de um centavo, existem aos montes. Na verdade, elas são inúteis. Pessoas que tropeçam e se levantam são como notas de 200 reais, são raras. De fato, elas têm um valor inestimável. Diz o Theodore Roosevelt “Não é a crítica que conta, nem o homem que aponta como os fortes tropeçaram, ou onde quem fez poderia ter feito melhor. O crédito pertence a pessoa que está de fato na arena, cuja a face está desfigurada pela poeira e pelo suor, que luta com valentia, que erra e começa de novo, e de novo, e de novo. Que conhece os grandes entusiasmos, as grandes devoções e se desgasta em uma causa válida, que conhece, em seu melhor momento, os triunfos de grandes feitos, e no pior momento, quando fracassa, pelo menos fracassa ousando muito, de maneira que seu lugar nunca será com as almas frias e tímidas que não conhecem nem a vitória, nem a derrota. ” Momento Insight, do livro das atitudes criativas, esse está no livro Fênix. E está aqui também pra você refletir junto com muitos outros textos no canal Irineu Toledo no Youtube. Faça parte, acessa lá, se inscreve e marca sinhinho, que sempre que tem conteúdo novo você será avisado. É muito conteúdo pra você na Rádio Positiva. Uma rede conectada à boa atitude. Faça parte.

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Música: Não há pedras no caminho… Banda Aquática Álbum: Nova Manhã
Texto: Daniel Carvalho Luz, Livro Fênix, Renascendo das Cinzas – Editora DVS

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