Medo, o ladrão da alegria – Momento Insight
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Qual o medo está impedindo você de tomar decisões? Qual o medo está tirando sua alegria e confiança em si mesmo a cada dia? Vamos refletir sobre nossos medos… Adaptado do livro Insight de Daniel Carvalho Luz. Compartilhe superação.

Do que você tem medo? Medo, o ladrão da alegria. Texto adaptado do livro Insight I de Daniel Carvalho Luz, lançamos em 2000 esse livro, um verdadeiro best seller com 3 edições, com textos diferentes. Medo, o ladrão da alegria. Quando se vence o medo começa a sabedoria. Ele era um ladrão profissional, seu nome inspirava medo, ele aterrorizou durante 13 anos as diligências de Wells Fargo. Rugia como um furacão saindo da serra nevada, assombrando os mais rudes homens da fronteira. Nos jornais de São Francisco à Nova Iorque, seu nome se tornou sinônimo de perigo na fronteira. Durante o seu reino de terror, entre 1875 e 1883, ele roubou a bagagem e o fôlego de 29 diferentes tripulações de diligências. E fez tudo isso sem disparar um tiro sequer. Sua arma cobria seu rosto, nenhuma vítima jamais o viu. Nenhum artista pôde fazer seu retrato. Nenhum delegado pôde seguir a sua trilha. Ele nunca deu um tiro ou sequestrou alguém. E ele não precisava fazê-lo, sua presença era o bastante para paralisar as pessoas. Black Bart, um bandido encapuzado, equipado com uma arma mortal. Máscara negra, ele nos faz lembrar um outro ladrão que anda sempre por ai, e você o conhece bem, mas também nunca viu o seu rosto. Você não pode descrever sua voz ou fazer o seu retrato falado. Mas, quando ele está por perto você sente por causa das batidas do seu coração que aceleram. Se você já esteve num hospital, já sentiu o toque de sua mão áspera sobre a sua. Se você já sentiu que alguém o estava seguindo, já sentiu sua respiração no pescoço. Se você acordou tarde da noite, num quarto estranho, foi seu terrível sussurro que roubou o seu sonho. Você o conhece, e conhece bem. É o ladrão que fez as palmas de suas mãos suarem quando foi entrevistado para aquele emprego. Foi esse patife que segregou em seu ouvido, ao deixar o cemitério você pode ser o próximo. Ele é o Black Bart da alma, o encapuzado da alma. Ele não quer seu dinheiro, ele não quer seus diamantes, ele não quer sua riqueza, ele não está querendo o seu carro, não quer o seu celular. Ele quer algo muito mais importante, ele quer a paz do seu espírito. Ele quer a sua alegria. O nome desse bandido encapuzado, o nome desse bandido que não mostra a cara é medo. Enfrentemos a realidade. Todos nós sentimos medo. Nenhum ser humano esta imune a essa emoção, que é uma das mais comuns, e também importantes da nossa defesa. Na verdade trata-se de uma emoção que compartilhamos com muitos membros do reino animal. Entretanto, sendo diferentes dos animais, que aparentemente só sentem medo de ameaças que jamais nos foram feitas. E até mesmo ameaças que nunca existirão. A missão do medo é roubar a sua coragem, é deixá-lo trêmulo e tímido. Seu modus operandi é manipular você com o misterioso. Insultar você com o desconhecido. Medo da morte, medo do fracasso, medo de Deus, medo do amanhã, medo do marido, medo da mulher, medo de ser traído, medo de perder. O repertório do medo é muito vasto. Seu objetivo, criar almas covardes e sem alegria. Ele não quer que você faça viagem pra montanha, ele imagina que se puder sacudi-lo bastante você acabará tirando os olhos das alturas, partindo para uma existência vã, monótona e sem alegria e sem riscos. Vou contar aqui uma lenda da Índia. Uma lenda da Índia conta a história de um rato que tinha pavor de gatos. Até que um mágico concordou em transformá-lo em gato. Isto resolveu seu medo, mas aí ele encontrou um cachorro. Então correu para o mágico, o mágico transformou-o num cachorro. OK. O rato tornado gato, tornado cachorro ficou contente. Até que encontrou um tigre. Assim mais uma vez o mágico transformou-o naquilo que ele mais temia. Mas quando o tigre veio se queixar de ter encontrado um caçador, o mágico se recusou a ajudar. Eu o transformarei num rato novamente, pois apesar de ter o corpo de um tigre, ainda tem um coração de rato. Como é que tá o seu coração? Coração de tigre, coração de rato? É o medo é provavelmente a causa principal do potencial perdido. Quantas pessoas através da história malograram na consecução de seus objetivos porque deram as costas à oportunidade. Sabe por quê? Sentiram medo e nem arriscaram. E você? Será que tem um corpo de tigre e ainda tem o coração de um rato? Eu volto a perguntar. Para qual oportunidade você está dando as costas. É, não faltam oportunidades, não faltam desafios. Novos empreendimentos comerciais precisam ser estabelecidos. Escolas precisam ser fundadas. Livros precisam ser escritos. Leis precisam ser promulgadas. Vacinas precisam ser descobertas. A poluição precisa ser controlada. Quem sabe se você não é a pessoa indicada para atender a uma destas necessidades. Ou alguma outra dentre milhares e milhares das demandas da humanidade. É, abandone o medo. Arrisque-se. Descubra a sua força. A propósito, você se lembra do Black Bart do início da história? Do bandido encapuzado? Afinal, sabe que ele não era nada a temer. Quando o capuz caiu não havia nenhum monstro ali dentro. Quando finalmente as autoridades prenderam o tal ladrão não encontraram o bandido sanguinário do vale da morte, o Death Valley. Encontraram um farmacêutico bem, bem comportado de Decatur, Illinois. O homem que jamais apontavam como alguém que galopava pelas montanhas sempre em alta velocidade, na realidade tinha tanto medo de cavalos que praticava seus assaltos viajando numa pequena carruagem. Ele era Charles E. Bowles, o bandido que nunca deu um tiro porque nem sequer carregava uma pistola. Então é isso. Existem falsos capuzes no seu mundo? Desmascare-os. Você está assustada, assustado com fantasmas que não existem, criações da sua própria mente. Tome muito cuidado. Derrube esse capuz. Viva. Sonhe. Planeje. E sobretudo realize. Tome cuidado com o medo. Como diz aquela música do Jota Quest “Medo, eu não te escuto mais, você não me leva a nada. Se quiser saber pra onde eu vou. Pra onde tenha Sol, é pra lá que eu vou.” Argumento adaptado do livro Insight de Daniel Carvalho Luz. Está aqui no canal Irineu Toledo Positive-se. Em todos os canais de podcast. Está chegando aí mais produtos pra você, a Agenda Atitude 2021, fique ligado também nos canais, em breve estaremos ao vivo novamente, com muita gente que tem o que dizer, falando com você todas as manhãs aqui na sua Rádio Positiva. Tudo é a Rádio Positiva. A internet é a nossa rádio. Venha fazer parte. Venha fazer parte, esteja conosco nesta rede conectada à boa atitude.

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Música: Não há pedras no caminho… Banda Aquática Álbum: Nova Manhã
Texto: Daniel Carvalho Luz, Livro Insight 1 – Editora DVS

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