Os fatos não deixam de existir simplesmente por serem ignorados, já dizia Aldous Huxley

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Os fatos não deixam de existir simplesmente por serem ignorados, já dizia Aldous Huxley
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Autor do clássico distópico Admirável Mundo Novo! Vamos refletir sobre nossas opiniões e nosso lugar no mundo? Ouça, leia, faça o download e compartilhe.

Oi, com licença. Chegando perto de você pra dizer bem-vinda, bem-vindo. Emocione-se você caiu do céu hoje pra viver uma experiência única, exclusiva, num dia único que só tem, que é hoje. 

Hoje é só hoje. Aproveita e faz o que você tem que fazer pra marcar a história do dia de hoje, o que ele vai trazer pra enriquecer a sua vida, sua história. Vá fazer esse dia acontecer do jeito que você quer, do jeito que é o ideal pra você, pelo coloca a sua energia pra isso. Pra que esse dia seja significativo, dê substâncias, dê conteúdo a esse dia. Continue a sua jornada positiva, ética, pra que esse dia se inclua nas páginas da sua história de um jeito grandioso.

A palavra-chave da Agenda Atitude destacada é FATO.

“Os fatos não deixam de existir simplesmente por serem ignorados”. Já dizia Aldous Huxley.

A gente pode ter opinião sobre tudo, análise sobre tudo a partir de uma premissa, a partir de um fato. O que é chato é o que a gente vê na interne, sempre a gente se envolve nisso, é discutir assuntos e ter opiniões a partir de fatos. Mas, o fato não existiu ou o fato está distorcido. Ou está ignorado totalmente o fato. Então não adianta ter opinião sobre isso ou sobre aquilo se a gente ignora um fato. 

Aldous Huxley está ligado nessa dinâmica da informação do século XX e a sua preocupação foi muito bem clara, quando ele escreveu um livro distópico que é O Admirável Mundo Novo. Fala de uma sociedade que apesar de toda a ciência, apesar de todo avanço explora de um jeito desumano as criaturas humanas. Transforma todo mundo em peça de uma linha de montagem. 

Um mundo de pessoa programadas em laboratório e adestradas para cumprir seu papel nessa sociedade de castas biologicamente definidas já no nascimento. O mundo no qual a literatura, a música, o cinema só tem a função de solidificar o espírito de conformismo. Ninguém pode ter ideia própria, ninguém pode ter manifestação, ninguém pode ter individualidade, singularidade, todo mundo tem que estar a serviço de uma mesma coisa. 

O universo que louva o avanço da técnica, a linha de montagem, a produção em série, a uniformidade e que idolatra essa linha de montagem, essa indústria que na época que ele escreveu o romance em 1930/32 era representada por Henry Ford  e a sua linha de montagem que transformava pessoas como peças de engrenagens de máquinas. Com também fez Charles Chaplin em tempos modernos.

Vale a pena pensar porque Aldous Huxley coloca luzes pra gente refletir sobre esse mundo. Ele não faz um mero exercício de futurismo ou de ficção científica, ele faz um alerta grave, um olhar agudo a cerca das potencialidades autoritárias  do próprio mundo em que vivemos. Precisamos refletir.

Até que ponto você é humano, até que ponto você faz parte de uma máquina, uma engrenagem onde você tem pouco protagonismo. Você deve servir simplesmente, é uma peça na engrenagem. Pois é, ele defendia o humanismo e fazia esse tipo de alerta. Pra que a gente não se torne apenas uma máquina, apenas peça de uma engrenagem que sirva um organismo do qual a gente não participe.

Aliás, no livro, por exemplo, do Admirável Mundo Novo, a palavra mãe e pai era uma coisa execrável. Por que todo mundo nascia para servir a indústria.

Só pra refletir sobre esse tema tão atual, mesmo depois de quase 100 anos do lançamento do livro, a gente está numa sociedade, num mundo complexo e confuso precisamos pensar nisso. Qual é o nosso papel e a quem a gente serve. Se você realmente é o protagonista ou se você não é. Se querem tirar você de uma caixa para colocar na outra, ou em que caixa você está. Como você participa da construção de um mundo realmente novo, um mundo onde o ser humano esteja em primeiro lugar.

Eu sou Irineu Toledo, estou aqui torcendo pra que você faça desse dia mais um grande dia na sua história. Um Feliz Dia Novo!

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CRÉDITOS: Produção e Edição: Onion Mídia Trilha Sonora: “Between the Shadows” Loreena Mckennitt

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